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18 março, 2010

charmed

« Phoebe: It'll be just like the summer by the lake. Remember when we made that blood oath to be friends forever, not just sisters? »

tenho saudades tuas.


05 março, 2010

save me from madness..

Tenho saudades tuas. É a única coisa que tenho para te dizer, a única coisa que tenho vontade, aquilo em que mais penso todos os dias: nas saudades que tenho de ti, e na falta que tu me fazes, agora, mais que nunca.
Tenho o mundo aos meus pés, estou rodeada de pessoas que me amam e que se preocupam comigo, mas isso a mim não me diz nada. Sem ti por perto, perco a vontade de me levantar. Sei que quando chegar á escola não vou ter o teu ombro para me encostar, sei que não te vou ter lá, sei que não vai ser a mesma coisa. Eu não sou a mesma sem ti.
Queria ter-te aqui, de forma a conseguir dizer-te tudo isto, e poder ter alguém para amparar as minhas lágrimas e me dizer que está tudo bem, que eu para ti sou especial, para não ter medo, que tu estás sempre comigo. Eu sei disso tudo, não é isso que me assombra. É o facto de impedir a entrada das pessoas para a minha vida. Pessoas que á partida querem ser minhas amigas, que me podem vir a amar como tu, que me podem dar tudo o que me dás, por perto. Eu impeço-as, não as quero.
Aprendi que não é o mundo que tem que se acostumar a mim, mas sim eu a ele, e isso é doloroso.. Talvez seja por isso que senti necessidade de me refugiar neste meu mundo, onde não consigo transmitir-te nem metade daquilo que eu quero que saibas. Trouxe-te comigo. Fica aqui. Só quero que fiques aqui.

we're better together.

(pic by deviantart)

30 dezembro, 2009

« Como sabes eu vivo de relâmpagos. Contigo partilhei uma trovoada um pouco mais longa do que o habitual. Foi apenas isso. De qualquer modo, a morte espreita sobre todos os prazeres dessa cronologia a que nos agarramos para escapar ao tempo. O que somos para além do que vamos sendo? O meu além eras tu - íman da minha íntima, impessoal temporalidade. Redenção dos males que
me amputaram. Tu. (...) Feliz por estar ao teu lado outra vez. Ao lado dessa que já estava morta um bom par de anos antes de tu morreres. Fazes-me falta. Mas a vida não é mais do que uma sucessão de faltas que nos animam. A tua morte alivia-me do medo de morrer. Contigo fora de jogo, diminui o interesse da parada. E se tu morreste, também eu serei capaz de morrer, sem que as ondas nem o céu nem o silêncio se transtornem. Cair em ti, cada vez mais longe da mísera ficção de mim. »

Só preciso do teu nome para resumir um ano inteiro.